segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A rainha da Castanha - 2011

A jovem AMANDA FERNANDA candidata ao título de Rainha da Castanha - 2011 representante da Escola Estadual Eduardo Ribeiro, esbanjou elegância, simpatia e bastante charme, desde a primeira até a terceira noite de apresentação. No primeiro desfile Amanda usou traje esportivo e moda praia. Na segunda, apresentou-se com um vestido social desenhado por Giovanna Pires e na terceira noite com seu traje típico, cujo nome, "Deusa Egas- O espírito sobrenatural da floresta" também confeccionado pela artista Giovanna Pires. Neste item a jovem AMANDA mostrou ao público presente, a simplicidade e a originalidade. Sua roupa toda trabalhada com a matéria prima da castanha que é o principal produto do município. Um trabalho minucioso e delicado.









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Nossa Festa/Cultura e diversões



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

ALGUMAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS ENVOLVENDO LINGUAGENS E VIVÊNCIAS NO AEE

Para fases iniciais de aprendizado da Língua Portuguesa:
  • Expressão corporal;
  • Expressão artístico-cultural;
  • Dramatização;
  • Contextualização de situação vividas;
  • Aula-passeio;
  • Sessão de filmes.

Para a leitura

  • Leitura de ícones, sinais, índices, simbolos e signos linguísticos;
  • Leitura visual de imagens;
  • Leitura de texto escrito: texto - frases - palavras - sílabas - letras;
  • Interpretação/compreensão por meio do desenho;
  • Interpretação/compreensão por meio da escrita: aplicação das condições de produção dos gêneros textuais e discursivos.

Para a escrita:

  • Do desenho à palavra - da palavra ao desenho;
  • Da frase ao desenho - do desenho à frase;
  • Do texto ao desenho - do desenho ao texto;
  • Escrita de diferentes gêneros textuais.

Para descoberta da escrita: linguagens lúdicas:

  • Brincadeiras;
  • Jogos interativos;
  • Testes-problemas;
  • Jogos eletrônicos;
  • Informática;
  • Livros

Para desenvolver o léxico: estudos ortográficos e do sentido das palavras em diferentes contexto:

  • Propor atividades de escrita contextualizada, ou seja, a partir de um dado assunto (aprender a escrever com sentido e não apenas desenhar palavras);
  • Contextualizar o uso do léxico (das palavras) da Língua Portuguesa escrita em várias situações diferentes (manga de camisa, manga fruta e outras).

Para a produção de textos escritos em Português:

  • Cultivar no aluno com surdez o processo de criar signos, para interagir com outras pessoas por meio da produção de textos escritos - bilhetes, cartas etc.

A escola tem uma contribuição muito importante na inclusão da pessoa com surdez na sociedade e, nesse sentido, o aprendizado do Português escrito tem a sua parte, por ser mais um instrumento que essa pessoa terá para se integrar à sociedade. O ensino do Português escrito não restringe à alfabetização das pessoas com surdez, portanto, todos os níveis de letramento, desde o início do aprendizado até o ensino superior precisam ser desenvolvidos e, nesse sentido, o AEE para o ensino da língua portuguesa escrita é INDISPENSÁVEL.

atendimento educacional especializado para o aluno com deficiência intelectual

O trabalho do professor de atendimento educacional especializado voltado para o aluno com deficiência intelectual se caracteriza essencialmente pela realização de ações específicas sobre os mecanismos de aprendizagem e desenvolvimento desses alunos. O AEE se realiza essencialmente na sala de recursos multifuncionias.
O professor do atendimento educacional especializado deve propor atividades que contribuam para a aprendizagem de conceitos, além de propor situações vivenciais que possibilitem esse aluno organizar o seu pensamento. Esse atendimento deve se fundamentar em situações-problema, que exijam que o aluno utilize seu raciocínio para a resolução de um determinado problema.
Para desenvolver o AEE, é imprescindível que o professor conheça seu aluno e suas particularidades para além da sua condição cognitiva. O trabalho do professor do AEE é ajudar o aluno com deficiência intelectual a atuar no ambiente escolar e fora dele, considerando as suas especificidades cognitivas. Especifidades que dizem respeito principalmente à relação que ele estabelece com o conhecimento que promove sua autonomia intelectual.

Essa dupla arrasa !!!

CRIS E BRIAN - arrasaram mais uma vez na apresentação da festa junina da escola Eduardo Ribeiro. Este ano (2011) a dupla mostrou que no Carimbó "Fruto do Norte" e no Grupo de dança "Ouro Negro" a galera tem garra e alegria.
Parabéns GRANDES GUERREIROS.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011

Por uma nova Política Nacional de Educação Especial
É necessário que as escolas comuns não tenham mais escapes para encaminhar alunos que ela não dá conta de ensinar e que fique bem claro que o professor especializado não é expert em alfabetizar alunos com surdez, com deficiência visual, mental, com dificuldade de aprendizado. Ele não é o professor que recupera, dá reforço aos alunos que não vão bem nas classes comuns. Uma vez aprovada e instituída, a nova Política de Educação Especial vai esclarecer as redes estaduais e municipais de educação sobre o que deverão oferecer como serviços especializados nas suas escolas comuns, preferencialmente. Já estamos formando professores, na modalidade ensino a distância, em todo o Brasil, para que essas redes possam criar seus serviços de ensino especial, na perspectiva inclusiva.A formação continuada para o atendimento educacional especializado está sendo financiada pelo MEC. Dez professores de cada um dos 147 municípios-pólos do programa Educação Inclusiva Direito à Diversidade da Secretaria de Educação Especial – SEESP/MEC já participaram da primeira edição do curso. Vamos para a sua segunda edição, em 2008. Pretendemos, até o final do atual governo, fazer várias outras.
Temos ainda muito a fazer para que a educação brasileira adquira a qualidade que tanto almejamos, depois de termos conseguido que ela se democratizasse. A educação inclusiva é exigente e implica em uma organização pedagógica que difere da que tradicionalmente existe em nossas escolas, assim como a Educação Especial, em sua nova interpretação, como modalidade de ensino. As tarefas estão aí para serem cumpridas e, como bons educadores que somos, vamos assumi-las com empenho e responsabilidade cidadã.
Maria Teresa Eglér Mantoan é doutora em Educação e professora dos cursos de graduação e de pós-graduação da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp/SP e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade – LEPED – FE/Unicamp tmantoan@unicamp.br.
É autora do livro Inclusão escolar - O que é? Por quê? Como fazer? pela Moderna.

EU AMO ENSINAR

scraps e mensagens
Somos todos iguais: temos a mesma carne, respiramos o mesmo ar.
Circunstancialmente, alguém sabe mais sobre determinado assunto, mas, assim que ensina e o outro aprende, o saber já se torna um bem comum.
Assim a vida vai irrigando terrenos ingênuos, de onde brotarão mais saberes.
As pessoas são como veículos, que tanto podem ser dirigidos por bons quanto por maus motoristas existenciais.
Ainda bem que alguns desses motoristas estão sempre dispostos a aprender novos caminhos.
Conscientes, vivem a Integração Relacional na sua plenitude.
Criativos, descobrem novas receitas para rotineiras comidas.
Responsáveis, praticam os projetos, porque tudo que começa tem um meio e atinge seu fim.
Afetivos, vibram com as aventuras e descobertas dos alunos, alimentando a auto-estima de todos.
Sensíveis, permitem que suas lágrimas se misturem às que escorrem dos olhos deles.
Generosos, ensinam os caminhos percorridos com mais amor.
Eternos aprendizes, sabem que, quanto mais estudam, mais seus alunos aprendem.
E, assim, esse sábios professores transformam o saber em sabor e alegria de viver.
Içami Tiba




EU AMO TODOS OS ANJINHOS